Orkuticídio de novo

Não estou mais no orkut.

E isso pela terceira vez.

As razões desta vez: aquilo deixou de se tornar um simples meio de comunicação para se tornar um “atrasa-vida”. A última vez que voltei pro orkut, tinha prometido a mim mesmo utilizá-lo apenas como meio de manter contato com as pessoas, mas o e-mail e o Facebook também estão aí pra isso. Aliás, falando em Facebook, eis a segunda razão: esse último é mais rápido, com um visual mais tranquilo (para quem está acostumado com o orkut, o Facebook é um terror) e mais completo. O orkut novo (e aqui vamos para o terceiro motivo) é o velho orkut pintado de outras cores. Não gostei e estou saindo.

Ah! Se um quarto motivo for necessário, acrescente-se o meu mau humor desde ontem.

“Underline” e “pen drive”

Embora o calor rio-pretense esteja cozinhando meus miolos hoje e sugando minhas energias, tentarei escrever algumas linhas para tratar de dois termos da Informática que incorporamos na língua portuguesa por empréstimo do inglês, mas que, se usadas com um anglófono, podem representar um problema na comunicação.

Underline – ok, quem não tem ou já não teve um e-mail com o famoso underline? Quem é que nunca anotou o e-mail de alguém e ouviu “fulano” “underline” “silva” “arroba” “provedor” “ponto” “com” “ponto” “br” e escreveu: “fulano_silva@provedor.com.br”? Pois bem. Um anglófono diria, na verdade, underscore. Isso mesmo! O underline já cristalizou na nossa língua como aquele caractere que é, como já ouvi, “o tracinho embaixo”. Na verdade, underline é o sublinhado.

Pen drive – muito em uso hoje em dia, mas o que pouca gente sabe é que pen drive não é um nome muito usual – em terras estrangeiras – para aquele objeto que carregam no bolso. O mais comum é flash drive ou USB flash drive.

Pegamos emprestadas só as palavras, mas usamos para designar coisas diferentes.

Lembrando que, a esta altura, tentar mudar é tarefa inglória – além de soar pedante. Mas são curiosidades úteis para quem ficou sem saber porque teve que, praticamente, desenhar para aquele americano que não sabia escrever seu e-mail, embora você tenha soletrado tudo em perfeito inglês.

Só para acrescentar, pen drive em algumas línguas:

  • Francês: Clé (USB);
  • Italiano: Chiave ou penna (USB) - também usadas no diminutivo “chiavetta” ou “pennina”;
  • Japonês: USBメモリ (USB memori).

Semi-offline

Graças a um problema cuja solução ainda está por ser descoberta, encontro-me sem internet em casa.

— Estaria você em uma lan-house ou casa de amigo, então?
— Bom, não exatamente. Estou em casa.

Explicando melhor: estou sem conexão à rede pelo meio convencional, que seria a minha conexão ADSL, mas com conexão pela rede de dados da minha operadora de celular (cujo jabá não farei).

Foi-se o tempo em que as pessoas tinham apenas um meio de conexão à internet. Melhor dizendo, foi-se o tempo em que geeks de tecnologia tinham apenas um meio de conexão à internet. A maioria das pessoas ainda dependem exclusivamente de um meio de conexão – sem considerar, obviamente, aqueles que roubam a conexão do desavisado vizinho que não soube colocar uma senha em sua rede sem fio, ou aqueles que, irritantemente, abrem seu notebook Toshiba ou HP numa praça de alimentação do shopping, num domingo – hora do almoço – e fazem cara de compenetrados para ver o orkut ou abrir e-mails encaminhados com slides de Power Point sobre “os efeitos do abraço” – acreditem, até para o mais nerd dos seres, isso é algo irritante e exibicionismo puro.

O que seria de mim se não fosse essa conexão alternativa? Como eu iria ver meus e-mails? Twittar? Ler meus blogs favoritos? Escrever neste blog – não visitado – neste exato momento?

Admito que conectar-se à internet do celular não é a mesma coisa que acessá-la do computador (por razões óbvias) e reconheço também que, nesse ínterim, fiz outras coisas que poderia fazer mais: ler um livro, ver um filme, traçar planos para o futuro e, até mesmo, desligar o computador – que já contava 4 dias ligado. Melhor eu parar por aqui senão vou começar a parecer auto-ajuda barata de Power Point.

Fato é que preciso estar mais tempo semi-offline.

Lévi-Strauss não é trend

Ontem, no portal do UOL vi a notícia que Lévi-Strauss havia morrido. Estranhei. Ultimamente, tenho acompanhado muito os Trending Topics do Twitter e não vi nada reportando o fato por lá.

Só para constar, os Trending Topics são os “assuntos do momento” na rede social de micro-blogging mais bam-bam-bam do momento. Quando comentam muito sobre algo, esse assunto vira trend e aparece na tal lista.

Por outro lado, o nome de Michael Jackson (que morreu em 25 de junho) ainda está lá (até ontem estava). E é natural que o Rei do Pop seja trend (mesmo depois de meses da sua morte).

Os gráficos abaixo, gerados com o trendistic.com, não negam o fato. “Michael Jackson” é mais trend que Lévi-Strauss (no Twitter, claro).

 

Popularidade de Michael Jackson e Lévi-Strauss no Twitter (via Trendistic.com)

 

É claro que se o nome de Lévi-Strauss aparecesse por lá, muitos se perguntariam o que teria acontecido à famosa marca de jeans “Levi’s” cujo fundador é quase homônimo ao acadêmico Lévi-Strauss. Mas não é o caso.

Ouvir um álbum como “Thriller” (110 milhões de cópias) é bem mais agradável que se meter a ler Tristes tropiques, um dos livros, digamos, menos densos do Lévi-Strauss.

A imagem que Michael Jackson transmitiu do Brasil para o mundo com o clipe de They Don’t Care About Us é certamente mais conhecida que aquela criada por Lévi-Strauss após a permanência de três anos no Brasil, boa parte da qual fez pesquisas etnográficas junto aos índios da Amazônia.

Um diploma em Filosofia e um doutorado em Letras não fazem de Lévi-Strauss trend. Ser imortalizado pela Academia Francesa também parece não ajudar muito. Um dos maiores antropólogos contemporâneos e tido por alguns como o pai da antropologia estruturalista moderna ajuda? Acho que é preciso um pouco mais.

Lévi-Strauss não é Trending Topic (e nem fabrica jeans). Entretanto, sua obra vai continuar a dar uma luz a pesquisas que ajudam a entender porque twittar é trend, porque Michael Jackson é trend e Lévi-Strauss não.

Ser um pesquisador não torna ninguém popular. E quando torna, é algo tão efêmero que não dá nem para chegar a ser trend. O reconhecimento vem de outras formas. Satisfação pessoal? Lévi-Strauss morreu aos 100 anos. Michael aos 50.

Para saber mais:

Playlists inteligentes no iTunes

Prólogo

(Se não estiver afim de lero-lero, vá direto para “Mãos à obra”!)

Primeiro eram as fitas K7. Fazíamos cópias naqueles aparelhos com dois leitores (um apenas lia, e o outro gravava também) na ordem que queríamos ouvir as nossas músicas favoritas.

Depois vieram os CDs, e por um instante no tempo, continuamos a copía-los para K7, na sequência que melhor nos aprazia, já que os gravadores de CD chegaram (e popularizaram-se) um pouco mais tarde – mas quando essa época chegou, foi só alegria: tudo digitalmente feito.

Mas como as coisas não param de evoluir, o CD também foi perdendo lugar (há quem defenda a morte das mídias ópticas, e eu talvez seja um deles) e hoje não se cogita mais comprar um CD. Importante acrescentar aqui que não estou fazendo apologia à pirataria: muita gente compra suas músicas legalmente em lojas de música digital.

Mas, não importa se você é um “dentro-da-lei” ou um fora dela, o direito a uma playlist é seu também!

Ontem percebi que queria uma playlist mais dinâmica (dinâmica da parte dela, não da minha), que se atualizasse sozinha, acrescentando e excluindo músicas conforme eu as fosse ouvindo. Ok. Resolvi, então, explorar um recurso do iTunes que sempre esteve lá (ao menos desde que o conheço) e como esse blog estava criando teias, decidi unir as duas coisas: um tutorial sobre como criar playlists inteligentes no blog. Espero que este seja o primeiro de muitos! Continue lendo

traduzir caixa alta?

Se bem lembro de meus posts anteriores (e foram bem poucos), esta é a primeira vez que escrevo algo sobre a minha profissão (aquela de tradutor, neste caso). Sem mais delongas, vamos aos fatos.

Quem está no meio conhece bem as dificuldades que todo tradutor enfrenta: dificuldade de inserção no mercado, subvalorização do trabalho, ausência de uma regulamentação da profissão, agências exploradoras… e a lista segue conforme a experiência de cada um.

Pois falando em experiência, a minha colocou-me diante de uma situação no mínimo inusitada (ou não). Compartilho a história com vocês e gostaria de contar com opiniões, ainda que divergentes.

Há poucos dias fiz uma tradução de um material do francês para o português. Tratava-se de sinopses de filmes e de suas ficha técnicas. Pois bem. Algo simples, que já venho fazendo há algum tempo, inclusive quando fiz estágio no Consulado da França em São Paulo, tipo de trabalho bastante requisitado pelo departamento de audiovisual.

Entreguei a tradução para a agência – perfeitamente dentro do prazo estipulado – para no dia seguinte receber uma ligação. A pessoa do outro lado da linha começou lembrando-me que eu havia tirado de caixa alta os sobrenomes do pessoal da ficha técnica (“sim, claro!”) e colocado em capitalização normal para um sobrenome e para os padrões brasileiros (primeira letra em maiúscula apenas), e seguiu solicitando que eu voltasse para caixa alta como estava antes.

Preciso dizer que eu neguei-me?

O único argumento que lhe expus foi: isso é uma especificidade da língua francesa. E tive que ouvir um “por via das dúvidas”. Como se meu tempo não fosse precioso e o valor que eles me pagam por palavra não fosse ridículo.

Estou falando de algo que está além de questões linguísticas, mas que não pode ser desconsiderado. Residem, também aí, diferenças entre um profissional que domina a língua da (ou para a) qual está traduzindo e aquele que simplesmente aventura-se.

Gostaria de saber se eles também solicitam a tradutores do inglês que, em português, separam centenas de milhares com “.” (ponto) e inteiros de decimais com “,” (vírgula) que voltem para o padrão americano (justamente o contrário). Para mim, estamos falando da mesma coisa.

Vejam, por exemplo, o site do governo francês (na coluna do lado direito):

http://www.gouvernement.fr/gouvernement

Comparem agora com a lista de oficiais do gabinete do Ministério da Cultura:

http://www.cultura.gov.br/site/sobre/gabinete/

Em português, NÃO usamos nome e segundo nome com apenas inicial maiúscula e sobrenome todo em maiúscula. E não estou tratando de referências bibliográficas ou chamadas de referência em texto.

Causaria estranhamento para um brasileiro ver:

Dilma Vana ROUSSEF
ou
Fernando MEIRELLES

Ao passo que um francês estaria familiarizado com essa capitalização.

Ainda que o cliente houvesse solicitado que se mantivessem as caixas altas (o que não foi o caso, já que o funcionário que me ligou disse que era só “por via das dúvidas”), isso deveria ter sido informado antes, conforme pude levantar com uma amiga que traduz para várias empresas (estas, ao que me parece, sérias).

Pode parecer tempestade em copo d’água, mas cada vez mais percebemos que desaforos do gênero estão sendo cometidos por agências de tradução.

Se não gostaram, voltassem eles mesmos para caixa alta – e foi o que aconteceu.

Favoritas de setembro

With a (unconscious) litte help from my friend, Monta, consegui fechar minha playlist de setembro.

Fato é que as playlists dos meses anteriores estavam um pouco presas à minha antiga vida. Fase nova, meus caros! Ficam aqui as recomendações. Mas é tudo tão atual que eu acho que muitas delas já são bem conhecidinhas dos senhores. Só My Love que não é atualzinha, mas tem estado na minha cabeça ultimamente. E vamos em frente antes que solte outro diminutivo.

  1. Loba – Shakira
  2. Battlefield – Jordin Sparks
  3. I Gotta Feeling – Black Eyed Peas
  4. My Love – Justin Timberlake (feat. T.I.)
  5. It’s Over – Jesse McCartney
  6. No Boundaries – Kris Allen
  7. Use Somebody – Kings of Leon
  8. Boom Boom Pow – Black Eyed Peas
  9. Party in the U.S.A. – Miley Cyrus
  10. Celebration – Madonna
  11. Rock That Body – Black Eyed Peas

Tenho certeza que você não estava esperando exatamente por isso, uh?

ícones “à la iPhone”

iphoneTentando deixar o layout (“leiaute” para os mais puristas) do meu site (“sítio” para os mesmos conservadores) mais bacaninha, passei algum tempo procurando a melhor forma de dispor os links (aqui não encontrei uma forma aportuguesada) para as redes sociais e serviços Web de que participo. A forma como estava antes não me agradava. A solução que encontrei foi representá-los como os ícones dos aplicativos de um iPhone. E como fazer isso?

Não foi difícil encontrar um tutorial simpático que explicasse como fazer algo parecido. Nem fiquei procurando por outros. O autor do tutorial afirma, ao final dele, ser meramente um usuário de Photoshop e não alguém com formação em “photoshopagens” – por isso a falta de destreza com termos técnicos – mas para alguém que também não usa Photoshop profissionalmente, como eu, estava tudo perfeito. Além disso, quando alguma coisa estava obscura, era só olhar os vídeos que o cara fez e tudo ficava claro.

O resultado pode ser conferido aqui. Inicialmente não gostei muito, mas, como acontece com minhas traduções, uma noite de sono é suficiente para que eu veja a coisa com outros olhos (recém-acabadas elas parecem feias, talvez por causa do trabalho que deram) e corrija uma coisa aqui, outra lá.

Comentários sobre os resultados são bem-vindos!

iPhone OS 3.0 e MobileMe

Foi bastante interessante poder acompanhar a aflição mundial neste 17 de junho. Não estou falando de eleições no Irã, nem de conflitos no Tibet e menos ainda de gripe suína. Refiro-me ao lançamento da nova versão do sistema operacional do aparelho que revolucionou a indústria de celulares. Em época de Twitter, esse “acompanhar” era praticado clicando em “Refresh” a cada segundo. Era impossível ler a infinidade de tweets que as pessoas mandavam, agonizando quando, às 14h (horário de Brasília), a tão esperada atualização não saiu. Veio em alguns minutinhos depois, pelo menos aqui no meu relógio.

Alguns megabytes e voilà! A atualização ocorria sem nenhuma interferência de minha parte. Mais alguns minutos e lá estava ele. Nem parecia que havia acontecido alguma coisa. Com toda aquela euforia, alarde, aflição e espera parecia que uma vez instalado o OS 3.0, meu iPhone se transformaria num oráculo ou um tele-transportador, capaz de me levar ao futuro e mostrar-me qual o sentido da vida ou o destino da raça humana.

Exageros à parte, eu esperei ansioso por esse novo SO. Copiar e colar? Agora é possível! Dar aquela chacoalhada no iPhone para que ele “bagunce” suas músicas e as toque em uma ordem aleatória (que inveja eu tinha do novo iPod nano)? É pra já! Ou quem sabe ler e escrever e-mails em modo paisagem? Num piscar de olhos! Ainda estou tentando encontrar onde enfiaram a tal função que permite acessar meus documentos no iDisk direto pelo iPhone. [Ah! Achei no site da Apple: "Coming soon".]

Confesso que depois de ter feito a atualização, hoje à tarde, e brincar um pouco com as novas funções, vi que a empolgação não era pra ter ido tão longe. Não que as novas funções não sejam bem-vindas, mas acho que minha ficha só vai mesmo cair quando eu realmente precisar de alguma delas sem ficar inventando situação pra poder testá-las. Contudo, meus olhinhos voltaram a brilhar quando finalmente consegui testar o “Find my iPhone”, e aqui vem a segunda parte do meu singelo artigo.

MobileMe

Quando houve aquele estardalhaço no meio do ano passado com o lançamento do MobileMe, eu também empolguei-me com as possibilidades que ele, na época, oferecia: uma conta de e-mail, um disco virtual, um serviço de armazenamento de fotos, sincronização entre meu Mac e o iPhone (que ainda nem existia na minha vida). A empolgação foi se esvaindo conforme os problemas foram aparecendo (não foi à toa que Mr. Jobs andou cortando cabeças em Cupertino). Nem dar o e-mail do MobileMe eu dava, com medo das mensagens não chegarem. Contudo, o padrão de qualidade Apple ainda é alto e tudo foi se resolvendo. Quando debitaram a anuidade no meu cartão, tudo já estava tinindo.

E agora, essa atualização no iPhone trouxe consigo algo bem bacana para os, tão pacientes, usuários do MobileMe: um serviço que permite que você localize seu iPhone caso o tenha esquecido em algum lugar (mais fácil alguém esquecer o próprio filho no restaurante do que esquecer um iPhone com o preço que está aqui no Brasil), ou mesmo tenha sido roubado. Nesse último caso – e mais provável por aqui – talvez não seja uma boa ideia bancar o Super-Homem e ir atrás do precioso bem sozinho. Será impossível recuperá-lo? É só dar um comando no seu computador mesmo e os dados são remotamente apagados. Algo louvável, no meu caso, por exemplo, que tenho quase toda a minha vida no aparelho.

Find my iPhoneAos poucos, os investimentos vão valendo à pena. Espero nunca precisar do “Find my iPhone”, mas se precisar, ele estará lá. Aliás, e pra terminar, é impressionante a capacidade que a Apple tem de me falir. Ao contrário daquela concorrente dela que nunca viu um tostão meu. Parece até que há algo de demoníaco nessa história toda. <ironia>A propósito, recomendo, a leitura dessa obra-prima que deveria entrar para o rol das maiores verdades da humanidade.</ironia>

E que venha o Snow Leopard em setembro!

Favoritas de Junho

Tenho um gosto musical bem variado. Prova disso é a playlist que criei para o mês de junho. As línguas que predominam são o inglês e o italiano; os artistas e as épocas também tem a sua variação. Roxette deve ser desconhecido para muitos hoje, mas bombava na minha (pré-)adolescência. Já não posso dizer o mesmo do Sr. Justin Timberlake, pra mim, rei do pop atual (só não curto muito o seu primeiro-ministro Timbaland).

Aqui vai a playlist. Tirem suas próprias conclusões e apreciem uma coisa aqui, outra acolá.

Come Foglie – Malika Ayane
Loving You – Paolo Nutini
Worthy Of – Justin Timberlake
What Does It Mean Now? – World Party
June Afternoon – Roxette
Today – Joshua Radin
Throw Me A Rope – KT Tunstall
Fidate correnti – Ivan Segreto
Rotolando verso sud – Negrita
La forza mia – Marco Carta
Last Train Home – Ryan Star
Pony – Erin McCarley
Put The Message In The Box – World Party
Tingerei in verde – Ivan Segreto

Como Worthy Of não está na versão americana do “Justified”? Como eu não descobri World Party antes? Como La forza mia ganhou San Remo? Como o Paolo Nutini ainda não lançou CD novo?

Nada de novo nessa playlist, cronologicamente falando. Talvez Pony seja a mais recente e só descobri porque estava de graça na iTS. Ivan Segreto voltou a estar em moda por aqui e descobri Rotolando verso sud porque toca em um programa da RAI internazionale em que eu apareço (dá para acreditar?). Graças a minha amiga Claire, descobri que se tratava de Rotolando verso sud e graças ao midomi, descobri também Throw me a Rope no seriado “Brothers & Sisters”.

Gostou de alguma?